quinta-feira, 18 de novembro de 2010

FRASES E PENSAMENTOS DE NOSSO PAI FUNDADOR

FRASES E PENSAMENTOS DE NOSSO PAI FUNDADOR
PE GILBERTO MARIA DEFINA

MENSAGEM PARA OS FUTUROS SALVISTAS

Deixo então uma mensagem para os futuros salvistas, que talvez não venham a me conhecer. Par que, não me vendo, acreditem em mim, assim como disse um escritor sagrado (cf. Jo 20, 29). Embora não vendo mais Jesus, acreditem em Jesus, que amem o Senhor Jesus embora não o tenham conhecido e com mais ardor ainda que os que o conheceram. Para essas pessoas eu também falo a mesma coisa: não me vendo nem me conhecendo, eu não nego para eles o meu coração cheio de amor a Deus e vontade de santificar a todos. Tenho um amor muito grande pelas crianças, pelos adultos e também pelos velhinhos. Que esses futuros salvistas encontrem a verdadeira vocação deles. (...) tenham certeza de que estão no caminho certo de santidade na vida pessoal e comunitária e, assim, santificando-se pessoalmente, santificam também o lugar onde habitam, santificam outros irmãos ou irmãs vivificados pelo seu apostolado (...) Que Deus abençoe a todos com a sua bênção paternal, do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Que essa bênção de Deus permaneça para sempre! Amém!
Padre Gilberto Maria Defina, sjs.
Pai-fundador da Fraternidade Jesus Salvador.

SOBRE A OBRA FRATERNIDADE JESUS SALVADOR

“A Fraternidade Jesus Salvador é uma obra inspirada por Deus para os nossos tempos e os vindouros” (Const 1995).

“Sob única Regra de Vida são colocadas três formas de vivência espiritual, assim contempladas pelo Código de Direito Canônico: Instituto Religioso, Instituto Secular e Sociedade de Vida Apostólica”. “Sob único Governo, estas instituições permanecerão formando unidade de orientação na pluralidade de seu apostolado. Sob único e gande Carisma: o Louvor de Deus”.

CARISMA

“Objetivo principal primário (da FJS) é o Louvor de Deus, sob todas as suas formas, a litúrgica em primeiro lugar; e o objetivo secundário, - como consequência desse louvor -, a santificação pessoal e comunitária, através da consagração ao Espírito Santo, Deus-Amor”. (Const 1995).

“O meio principal, dentre muitos outros importantes, para a consecução de sua principal finalidade e de seu principal objetivo, - para que nenhum desvio substancial jamais aconteça – é o “sensus Ecclesiae et Christifidelium”, consubstanciado na total e incondicional obediência e acatamento aos ensinamentos e determinações emanadas do Sumo Pontífice Romano, o Papa, mesmo em seu magistério comum e normal”. (Const 1995).

No contexto de uma das crises no Seminário Nossa Senhora de Pentecostes
Pe. Gilberto teve um sonho, no qual, Jesus batia três vezes no peito do Pe. Gilberto.
“Gilberto o Louvor de Deus necessita de paciência (batia a primeira vez), paciência (batia a segunda vez) e paciência (batia a terceira vez)”. (relatado em 30.06.1998 numa preleção)

“Finalidade, objetivo, meio e modo necessitam de explicações quanto a extensão de que compreende cada um desses princípios primordiais” (Const. 1995).

“Cada ato de nossa vida deve ser um louvor de Deus”.

“Resgatar o antigo, o patrimônio da Igreja, trazendo para o novo. Unir o antigo e o novo”.

“Espiritualidade Carismática: dons carismáticos colocados em prática”. (Pe Gilberto no Primeiro Capítulo Salvista).

“Não há sequer um que siga os caminhos da RCC que se lhe precise explicar a essencialidade da mesma Renovação: tudo reside na glória de Deus e para a sua glória Ele tudo criou. No louvor de deus está implícita toda a Adoração, o Agradecimento e Amor que Lhe são devidos como Divindade Uma e Trina. E por meio deste louvor é que nos advêm, pelo seu Espírito, todo o bem, salvação e cura, toda a Graça (...) Os renovados pela ação do batismo no Espírito Santo dão-lhe toda a adoração, e Dele recebem tudo o que agora são”. (Const 1995, seção II, objetivo).

“O que leva a este constante louvor divino (Louvor de Deus) é a procura do ‘Único Necessário’ em nossa vida: é estar com Deus, pois nele mergulhamos, ‘vivemos, respiramos e existimos’, pois, ‘tudo Ele criou para a sua glória” (Const. 1995, Regra de vida, sob único e grande carisma).  

“No mínimo devemos dar a Deus o máximo”.

“Não olhes para as desgraças, mas sim contemples mais as maravilhas de Deus”.

OS QUINZE PONTOS DA MÍSTICA CARISMÁTICA SALVISTA (CONSTITUIÇÕES DE 1995, SEÇÃO i, FINALIDADE, EXPLANAÇÃO E ESCLARECIMENTOS)

1.      Porque acredita que os carismas ou dons enunciados nas Escrituras, em especial I Coríntios 12, 13 e 14 e os frutos do Espírito, em especial Gal 5,22-25, podem hoje de novo acontecer nos que invocam e esperam, pelo mesmo Espírito Santo, um novo Pentecostes em suas vidas de cristãos.

2.      Porque acredita e confia mais na ação direta e na união do Espírito, do que na capacidade dos homens e de suas refinadas técnicas.

3.      Porque acredita e confia mais nas inspirações divinas, amando a Palavra de Deus na Bíblia, tendo-a como companheira e nela meditando dia e noite.
4.      Porque obedece, como Cristo obediente até à morte e morte de cruz, na perfeita obediência a Deus Pai, e por isso, na obediência filial à Santa Igreja e à sua Hierarquia.

5.      Porque, obedecendo ao seu Senhor e à sua Igreja, dá testemunho do Evangelho, sem medo nem covardia.

6.      Porque vive os mistérios de Deus e de seu Cristo no Espírito, por meio dos Sacramentos recebidos com freqüência, na participação do Santo Sacrifício da Missa e da confissão pessoal, nas orações, sacrifícios e jejuns freqüentes, nas visitas aos doentes e mais atos de misericórdia cristã, no testemunho pessoal de suas vidas, edificando o povo de Deus, assim repetindo hoje, os cristãos da Igreja Primitiva.

7.      Porque se aplica com assiduidade nas preces e cânticos de louvor a Deus e de suas maravilhas, fazendo-o de alma e de corpo, levantando os braços para Ele, o Criador de todo o nosso ser, não se preocupando com os olhares reprovadores do mundo que os julgam alienados, porque não compreendem de que vinho estão inebriados.

8.      Porque vive nas profundezas do Espírito, da oração contemplativa, sem se preocupar em demasia com o agito que dispersa, no social que não converte, nem proclama Jesus Cristo e seu Evangelho.

9.      Porque prefere tornar-se um místico e um asceta, do que um trabalhador da vinha que não consegue se deter par a escolha da melhor parte.

10.  Porque acredita salvar mais almas par o Céu, através do apostolado da oração, - alma de qualquer apostolado – do que trabalhar confiando mais em suas próprias idéias e próprias forças.

11.  Porque acredita e tem certeza de que o Pentecostes da Igreja Primitiva, em que ocorriam milagres, curas, sinais e prodígios, de fato se repetem no “hoje” de nossos tempos e de nossas vidas; só não ocorrendo vê-los os que não se detêm a perceber “os sinais dos tempos” de que Cristo nos alertou.

12.  Porque acredita e professa sua total adesão à Providência Divina, e desacredita de quaisquer coincidências e fortuidades de cada momento em nossas vidas, de toda força mental psicológica ou parapsicológica, como de todo instrumento interativo em nossas faculdades mentais ou físicas, que não sejam diretamente remetidas ao poder de Deus, ao senhorio de Jesus sobre todos nós, e na ação de seu Espírito, pois “qual de vocês por mais que se preocupe, pode acrescentar um só centímetro à duração de sua vida?  Não andem com vãs preocupações, homens de fé muito pequena. Até os cabelos de suas cabeças estão todos contados e nenhum cabelo cai de suas cabeças sem que o pai o queira. Busquem antes o reino de Deus e a sua justiça, e todas demais coisas lhes serão dadas por acréscimo (Lc 12, passim. Instruções aos discípulos e as vãs preocupações).

13.  Porque acredita e professa  a promessa de Cristo ressuscitado de que “sereis batizados no Espírito Santo” (At 1,5), aos que esperam, também, o cumprimento da promessa do Pai, “que ouvistes, disse Ele (Jesus), de minha boca” (At 1,4b), em muitos, ontem e hoje, derramando em Pentecostes seu Paráclito, àqueles que perseveram unanimemente na oração, juntamente com Maria, Mãe de Jesus (Cf. At 1,14).
14.  Porque acredita e acolhe com humildade e interesse cordial as revelações particulares que o Senhor faz hoje, como sempre o fez na história da Igreja e dos Santos, aos simples de coração: “Jesus exultou de alegria no Espírito Santo, dizendo: ‘Pai, Senhor do céu e da terra, eu te dou graças porque escondeste estas coisas aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, bendigo-te, porque assim foi o teu agrado’” (Lc 10,21). Não as contrapondo à Revelação, nem à Tradição, mas aceitando o que a mesma Santa Igreja aceita no discernimento do Espírito, algumas delas mesmo elevando às honras da Liturgia Sagrada. Não se julgando no direito de colocar limites à bondade e à misericórdia do Senhor, que inspira, fala e opera no coração  de seus fiéis, quando quer e como quer.

15.  Finalmente, - embora outras considerações poderiam acrescentar-se a estas - , sendo isto o fundamento principal desta Obra do Senhor Jesus, esta Fraternidade se propõe levar adiante, pelos tempos afora, este Sopro Divino que Ele hoje acendeu par renovar a face da terra com o seu fogo de Amor, e levá-lo a perpetuar-se no mundo, como tocha esplendorosa de uma era, que irá deixar de ser infiel e voltar-s-eà toda para o Senhor, convertida e purificada como Noiva do Cordeiro.

ESPLENDOR LITÚRGICO

“Observe-se o que vai assinalado no objetivo primário: que este Louvor de Deus seja dado, principalmente, através de formas da Sagrada Liturgia da Santa Igreja Católica. (...) a Fraternidade empregará e usará de todo o esplendor litúrgico para tal louvor a Deus, no uso apropriado das vestes, objetos, cantos, no desenvolvimento harmonioso do rito e das rubricas, no uso mesmo do Latim e do Canto Gregoriano, quando isto for útil e apropriado para tal louvor a Deus e para e edificação dos fiéis”. (Const 1995, seção III, item 2.3)

SOBRE FORMAÇÃO

“O seminarista de hoje é o padre de amanhã”.

“Quero padres santos e sábios, mais sábios do que santos”.

“Quero meus filhos livres”.

“Muro não segura seminarista”.

“Pois, é-nos preferível, se fosso o caso, errar com o Papa, do que acertar com a multidão”. (Const 1995, regra de vida 11).

SOBRE MISSÃO    

“Onde estiver a Igreja lá estará um salvista, onde ela não estiver nós a leváramos lá”.

“Esta Obra toda e todos os seus trabalhos são missionários. Pregar o Evangelho e testemunhar sem temor o nome de Jesus é sua própria, verdadeira e única Missão. Sendo comunidade d irmãos e irmãs, a fraternidade deseja congregar, por força de sua própria qualificação – Fraternidade, pessoas diferentes (...) Esta fraternidade não tem donso, porque o seu único Dono e Senhor é Jesus, e Jesus Salvador’.  (Const 1995, apêndice 5).

“Projeto: Cidade de Jesus. (...) edificar vários prédios em uma só gleba de terra, para finalidades oracionais e pastorais, formativas e missionárias” (ibidem)

“Três colunas mestras: Espiritualidade Carismática, centro de estudos e irradiação missionária-evangelizadora”.



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