domingo, 18 de agosto de 2013

Atos de piedade oracionais comunitários

Fraternidade Jesus Salvador: Atos de piedade oracionais comunitários

            Abaixo colocamos como nosso Pai-Fundador, Pe Gilberto Maria Defina, sjs, pensava sobre a piedade na Fraternidade Jesus Salvador.

             

Objetivo da Obra – “Seu objetivo principal primário é o Louvor de Deus, sob todas as suas formas, a litúrgica, em primeiro lugar; e secundário, - como consequência desse louvor -, a santificação pessoal e comunitária, através da consagração ao Espírito Santo, Deus-Amor”.[1]

“- nas Casas das Comunidades e
- nas Casas de Formação e Seminários
- no Instituto Missionário Servos de Jesus Salvador
- no Instituto Missionário Servas de Jesus Salvador.[2]

- Em todas as Casas acima mencionadas, ocorrerão, nos mesmos horários e com a mesma regularidade os Atos de Piedade, nunca omitindo do que constar.

- Todos (as) os que permanecem “Em Casa”, estão obrigados a participar dos mesmos atos em seus horários.

- O Prior ou Priora poderá dispensar, por justa causa, mas deverá realizá-los, em particular, no momento oportuno.

- Devendo, por obrigação de apostolado, permanecer um dia inteiro ou mais, fora da Casa de Comunidade, estará sempre obrigado a cumpri-los todos, em qualquer horário, em particular, mesmo que seja ingentes os atos de apostolado. No lugar onde estiver praticando atos apostólicos, é necessário encontrar tempos de oração, mesmo furtando-se de mais atividades, para que todos saibam, a partir do testemunho, que o (a) missionário (a) deve ter seu tempo de abastecimento oracional, para poder prosseguir com fruto o que está a realizar. Salvo o dever de caridade imposto e inesperado, conforme o quer Jesus Cristo e a sua Igreja, para socorrer o que não se pode esperar. Exemplo: atender algum doente em estado grave para lhe oferecer os santos sacramentos. Ninguém, pois, se furte às obrigações (meditações, horas litúrgicas, terço) por ativismo pastoral.

- Quando estes Institutos estiverem disseminados por outros lugares do país ou do exterior, estes atos comunitários oracionais devem seguir os mesmos horários dentro dos fusos horários locais, salvo possíveis impedimentos.

- Coloco, a seguir, alguns cânones do C.D.C., dando-lhes, quando se referem a religiosos, os conceitos como os expressados pela nossa Regra de Vida.

DAS OBRIGAÇÕES E DIREITOS DOS INSTITUTOS E DE SEUS MEMBROS.

-  Cân. 662 Os religiosos tenham como regra suprema da vida o seguimento de Cristo, proposto no Evangelho e expresso nas constituições do próprio instituto.

- Cân. 663 § 1. A contemplação das coisas divinas e a união com Deus pela oração assídua seja o primeiro e principal dever de todos os religiosos.

- Cân. 663 § 2. Os membros, quanto possível, participem todos os dias do sacrifício eucarístico, recebam o santíssimo Corpo de Cristo e adorem o próprio Senhor presente no Sacramento.

- Cân. 663 § 3. Dediquem-se à leitura da sagrada Escritura e à oração mental, celebrem dignamente a liturgia das horas de acordo com as prescrições do direito próprio, mantendo-se para os clérigos a obrigação mencionada no cân. 276 § 2, n. 3, e façam outros exercícios de piedade.

(Nota: para a Ordem dos Servos e das Servas, o Ofício de Leituras das Horas Litúrgicas é obrigatória, a partir dos votos perpétuos o qual pode ser antecipado do dia seguinte, após as Vésperas), além das demais horas do Breviário.

- Cân. 663 § 4. Honrem, mediante culto especial, a Virgem Mãe de Deus, modelo e proteção de toda vida consagrada, também com o rosário mariano.

- Cân. 663 § 5. Observem fielmente os dias do retiro anual.

(Nota: Além do retiro anual, antecedente ao ano letivo, em que devem participar Servos e Servas, em cinco dias de exercícios espirituais, haverá cada mês um dia de retiro, livre de estudos acadêmicos e de outros não condizentes.).

- Cân. 664 Os religiosos se esforcem na sua própria conversão para Deus, façam também todos os dias o exame de consciência e se aproximem freqüentemente do sacramento da penitência.

(Nota: Conforme o Decreto Dum Canonicarum legum (1970), a expressão ‘frequentemente’ significa ‘duas vezes por mês).

(...) – (...) Tais Atos de Piedade são essenciais para a nossa Ordem, mesmo porque exarados no próprio C.D.C., e que também constarão dos atos diários do calendário particular da Ordem dos Servas e das Servas de Jesus Salvador.

- Ao Deus Ótimo Máximo, por Jesus Cristo seu Filho unigênito, e ao seu Espírito Diovino, e pela intecercessão de Nossa Senhora de Pentecostes, dedico quanto escrevi. A pas de Cristo reine em vossos corações. Amém!

São Paulo, 11 de setembro de 1994

Pe Gilberto Maria Defina, OSJS”.[3]








[1] Pe. Gilberto Maria DEFINA. Ordem da Fraternidade Senhor Javé Salvador: Constituições, Regras de Vida e Ordenações de Estudos. São Paulo, 1995, p. 3.
[2] Nomes atuais.
[3] Pe. Gilberto Maria DEFINA. Ordem da Fraternidade Senhor Javé Salvador: Constituições, Regras de Vida e Ordenações de Estudos. São Paulo, 1995, p. 69-71.73.80.

Sob Único e Grande Carisma

Fraternidade Jesus Salvador: Sob Único e Grande Carisma

            Abaixo colocamos como nosso Pai-Fundador, Pe Gilberto Maria Defina, sjs, entendia o carisma da Obra Fraternidade Jesus Salvador.
             

Objetivo da Obra – “Seu objetivo principal primário é o Louvor de Deus, sob todas as suas formas, a litúrgica, em primeiro lugar; e secundário, - como consequência desse louvor -, a santificação pessoal e comunitária, através da consagração ao Espírito Santo, Deus-Amor”[1]

“- Sob único e grande Carisma: o do Louvor de Deus.  É um carisma fundamental: por força de nosso batismo sacramental, que destruiu em nós a mancha do pecado original e nos tornou filhos e filhas de Deus, é que sobrevém, através da Ressurreição do Senhor, a sua promessa: ‘Sereis batizados no Espírito Santo’ (At 1, 4-5).

- A prática deste Louvor de Deus se traduz pelos consagrados irmãos e irmãs salvistas, ‘perseverando na doutrina dos Apóstolos, nas reuniões em comum, na fração do pão e nas orações’ (At 2, 42); na fraternidade e na partilha, santificação pessoal e comunitária; no apostolado dos carismas da Renovação Carismática, através da Ordem da fraternidade.

- O que nos leva a este constante louvor divino é a procura do ‘Único Necessário’ em nossa vida; é estar com Deus, pois nele mergulhados, ‘vivemos, respiramos e existimos’, pois, ‘tudo Ele criou para a sua glória’. Nestes tempos, que são os nossos tempos, àqueles que entendem os sinais dos tempos que Ele mesmo nos quer mostrar, reserva-nos maravilhas para o nosso espírito. Ao lado de um mundo que se dessacraliza, anticristão, vivendo toda a impiedade da idolatria, em que se blasfema o Nome santo do Senhor, em que ‘se levantam os reis da terra e os príncipes se reúnem em conselho contra o Senhor e contra o seu Cristo’ (Sl 2, 1s), o clarão do seu Espírito Santo vem ‘renovar a face da terra’. Então, poderemos exclamar: ‘E nós vimos a sua glória, a glória que um Filho único recebe de seu Pai, cheio de graça e de verdade. Todos nós recebemos de sua plenitude, graça sobre graça’. (Jo 1, 14-16).

- Sob este único e grande carisma do Louvor de Deus, cláusula pétrea desta Ordem, agrupam-se como dons necessários outros carismas. E um dos que mais nos importamos é guardar com toda a fidelidade o ‘Depósito da Fé’, que os Apóstolos e seus sucessores nos transmitiram, a Tradição os conserva e o Magistério da Igreja nos dá a conhecer, crer e amar.

- Guardar o Depósito da Fé, significa em primeiro lugar; a adesão incondicional ao magistério do Sumo pontífice, o Papa, mesmo através de seus ensinamentos comuns e normais. Reter a a sua palavra e defendê-la. Pois, é-nos preferível, se fosse o caso, errar com o Papa, do que acertar com a multidão. A multidão não tem nome, mas a Santa Igreja tem um rosto, o de Cristo Senhor. Não devemos ceder o mínimo de terreno a tal respeito, por mais que os tempos sejam maus e muitas sibilas nos sussurrem aos ouvidos: esses tempos já estão ultrapassados, os ventos são novos, este mundo não tem volta, esqueçam a cristandade...

- Pelo que, aos que nesta Ordem do Senhor Jesus Salvador emitirem votos, mesmo se temporários, por dever de regra de vida, além dos votos de castidade, pobreza e obediência, deverão emitir um quarto voto em especial: o de obediência formal, efetiva e afetiva, ao Santo Padre, o Papa, às suas palavras e escritos, e como se afirmou, mesmo em se tratando de seu magistério normal e comum. Aliás, o terceiro voto, o da obediência, em si já encerra tal conteúdo.

- Deve servir como corolário decorrente a este quarto voto, a obediência às normas e instruções emanadas das Congregações da Cúria Roma ou Dicastérios, como a um Senado do Romano Pontífice, que auxilia o Papa no governo de toda a Santa Igreja. Não se façam, nem se ouçam comentários dissonantes das orientações da Santa Sé. Se o nosso entendimento não alcança suas determinações, alcance-as nossa fé, obediência e humildade. ‘Vigiai! Sede firmes na fé! Sede homens! Sede fortes! Tudo o que fazeis, fazei-o na caridade’ (1 Cor 16, 13).

- O Depósito da Fé abrange de modo igual: as Sagradas Escrituras, a Santa Tradição e o Santo Magistério da Igreja Católica. A obediência ao magistério papal é, em resumo, expressão e síntese de quanto a nossa Igreja Santa, Católica e Apostólica crê e ensina em razões relativas à Bíblia, como Palavra de Deus; à Tradição, como verdades independentes do tempo e do espaço eclesial; e em tudo quanto se retira a questões de Doutrina e de Moral.

- Assim sendo, todas as instituições desta Fraternidade devem aplicar-se assiduamente à leitura, ensino, estudo e prática dos documentos e ditames das Congregações da Cúria Romana; às suas interpretações bíblicas; e principalmente, às Encíclicas papais e em tudo quanto o Santo Padre empenhe seu específico magistério.

- Devem aplicar-se à leitura e estudo da Patrística e da Patrologia e aos Santos Doutores e Doutoras da Igreja, desde os inícios da Tradição cristã.

- Conhecimento adequado das últimas Encíclicas e de importantes documentos dos Papas deste século XX, de modo especial, as cristológicas, pneumatológicas, marianas e de sua doutrina social, a partir da Rerum Novarum, do Papa Leão XIII.

- Exige-se, de modo fundamental, o ensino, o estudo e a prática de quanto é ensinado pelo Catecismo da Igreja Católica, da conseqüente Encíclica Veritaris Splendor, e da carta apostólica Ordinatio Sacerdotalis.

- Devem ser conhecidos suficientemente os documentos e as instruções dos diversos Dicastérios da Cúria Romana relativos à Vida Consagrada (Institutos Religiosos e Seculares), às Sociedades de Vida Apostólica, e entre outros: Pastores Dabo Vobis, Ministério e Vida do Presbítero, Sabedoria Cristã, (acerca do Ensino nas Faculdades eclesiásticas), a Liturgia nos Seminários, Christifideles Laici, Domninum et Vivificantem, (sobre o Espírito Santo na Vida da Igreja e no Mundo), Optatam Totium, Marialis Cultus, Redemptoris Mater, etc.

- O que está acima exposto (5 itens anteriores), vale como norma obrigatória desta Regras de Vida. Praticados fossem tais ensinamentos da Santa Igreja, julgo não se precisaria, praticamente, escrever uma regra de vida. Bastaria transcrevê-los, simplesmente”.[2]






[1] Pe. Gilberto Maria DEFINA. Ordem da Fraternidade Senhor Javé Salvador: Constituições, Regras de Vida e Ordenações de Estudos. São Paulo, 1995, p. 3.
[2] Pe. Gilberto Maria DEFINA. Ordem da Fraternidade Senhor Javé Salvador: Constituições, Regras de Vida e Ordenações de Estudos. São Paulo, 1995, p. 37-39.

sábado, 17 de agosto de 2013

Sonhos de nosso Pai-Fundador: A Escola do Louvor de Deus

Fraternidade Jesus Salvador: sonhos de nosso Pai-Fundador
A Escola do Louvor de Deus

            Abaixo colocamos algumas observações de nosso Pai-Fundador, Pe Gilberto Maria Defina, sjs sobre alguns aspectos e desejos sobre a Fraternidade Jesus Salvador.
             

Objetivo da Obra – “Seu objetivo principal primário é o Louvor de Deus, sob todas as suas formas, a litúrgica, em primeiro lugar; e secundário, - como consequência desse louvor -, a santificação pessoal e comunitária, através da consagração ao Espírito Santo, Deus-Amor”.[1]


“- Acreditamos que, sendo Obra do Espírito de Deus, a Fraternidade[2] só pode ter a Ele como dono e Senhor. É propriedade do Senhor (...). Por isso, esta Fraternidade poderá ser conduzida por homens e mulheres sobre os quais paire o Espírito do Senhor, nunca porém, dela usando em benefício exclusivo, pois a Obra do Senhor (...) não lhes pertence, nem sequer está vinculada a um determinado Grupo de Oração, por mais carismático que o seja!

(...)

- Os que trabalham para que esta Fraternidade se torne assim acolhedora, desejam que neles acreditem que assim o será, pela divina graça de Deus e Senhor (...).

- (...) todos reunidos para um só fim: o Louvor de Deus, e com isso alcançar o que Ele quer: ‘Sede santos porque Eu, vosso Deus, sou santo’.

- A Fraternidade Senhor Jesus Salvador como sua Obra estará atenta constantemente aos sinais dos tempos, desejando que se perpetue através dela em sua existência, o derramamento do Espírito santo de Deus, que o Seu Amor Misericordioso, como em Novo Pentecostes, derramou nos corações de muitos cristãos desta geração. E para que isto continue acontecendo através dos tempos vindouros, seus servos e servas se reúnem numa Fraternidade de Amor ao Senhor (...), em Aliança com Ele, a fim de que não se perca, pela segunda vez, (ao menos na forma como Ele se apresenta a nós hoje), a Sua presença sensível, através de sinais, de prodígios e milagres, como outrora se manifestou, para seu crescimento e sustentação, nos primórdios de sua Igreja.

- Uma vez constituída e firmada em seus autênticos carismas, se for da vontade divina, manifestada através de Sua s inspirações, esta Fraternidade poderá desdobrar-se, dentro da mesma, em outras feições ou grupos que configurem intituições ede caráter comunitário, tais como:
- Institutos Religiosos (masculino/feminino)
- Institutos Seculares (masculino/feminino)
- Instituto de Vida Apostólica, ou outros.
Tais institutos poderão formar-se e viver comunitariamente em residências separadas, em terrenos da Fraternidade e alhures, conforme o Espírito os inspirar.

- É de capital importância e ‘conditio sine qua non’, ou seja, condição sem a qual não, que esta (...) Fraternidade Jesus Salvador, conforme foi por Ele inspirada, tenha obrigatoriamente o seu próprio Seminário Maior filosófico-teológico, pois, em virtude de seus peculiares carismas, possam os seus estudantes exercitarem-nos com a necessária liberdade, de acordo com as inspirações do Santo espírito, e debaixo da observância e obediência de seu Moderador Maior (Prior da Obra) e do Sr. Bispo Diocesano, onde a Fraternidade vier a existir e se fixar (...).

- Esta Fraternidade, conforme inspirada e querida pelo Senhor, só terá pleno sentido, se este Seminário Maior tornar-se realidade e ser a irradiação de toda esta Obra do Senhor (...).

- Escola do Louvor de Deus
A- Dentre as disciplinas que irão compor o Currículo de Estudos do Curso Superior de Teologia do Seminário Maior da (...) Fraternidade Jesus Salvador constarão estudos específicos de formação espiritual e doutrinal da escola de Discípulos e Ministros do reino de Deus, não propriamente visando técnicas de pregação (Retórica) e evangelização, mas de formação de Ungidos do Senhor.
- Ungidos ou cristos formarão uma escola de preparação condigna para que os futuros obreiros da Vinha do Senhor se tornem homens e mulheres apostólicos. Formará esta Escola sobretudo pessoas capazes espiritualmente e moralmente de anunciar com desassombro o Evangelho do Cristo, Del serem testemunhas e se preciso, por Ele sofrerem o martírio.
- Esta Escola preparará leigos e leigas para se tornarem aptos, em todos os sentidos, de ser Coordenadores, Pregadores, Conselheiros, Ministros, Missionários da Palavra e da Eucaristia, para os diversos ministérios leigos, e deverá ter eles Diáconos permanentes, a fim de que, os acima citados ministérios possam eles animarem, servirem e santificarem juntamente com os sacerdotes, o Povo de Deus, por todas as partes.
- A preparação de tais ministros e ministérios exigirá deles um longo tempo de 4 (quatro) anos de formação e de estudos semelhantes aos dos sacerdotes. Desta escola sairão leigos e leigas teólogos teóricos e práticos para o bem da Santa Igreja. Alguns poderão receber a ordenação de diáconos permanente, acólitos e leitores, pelo Sr. Bispo Diocesano; e para outros, o “Envio Missionário”, realizados durante a Santa Missa festiva.
B- Igualmente, o Currículo de Estudos terá uma Disciplina singular: formará, à parte, uma Escola do Louvor de Deus, pois que assim a Fraternidade, em seu Carisma essencial, se move, respira e tem existência: a glorificação de Deus. Só a glória de Deus interessa à (...) Fraternidade Jesus Salvador.
(...)
- Sendo esta uma Obra do Senhor (..), sentimos que Cristo Jesus e a Virgem Maria não nos deram nas mãos uma Obra completa e com seus contornos perfeitos. Apenas estamos nos colocando à disposição da Vontade do Senhor, que ainda não nos inspirou tudo o que estes Sagrados Corações tem em vista para a Sua e nossa Fraternidade. Sejamos humildes na espera de quanto Eles querem desta Obra do Senhor (...). Os que sentirem intimamente atraídos, ainda que surpresos pelo tamanho da tarefa, e apostarem suas esperanças ‘no quanto é bom e doce é o Senhor’, com certeza não ficarão, de forma alguma, decepcionados.
- ‘Isto é Obra do Senhor. Ele é maravilhoso’. ‘A Esperança não decepciona’, nos diz São Paulo”.[3]




[1] Pe. Gilberto Maria DEFINA. Ordem da Fraternidade Senhor Javé Salvador: Constituições, Regras de Vida e Ordenações de Estudos. São Paulo, 1995, p. 3.
[2] O nome da Obra é colocado como atualmente se chama “Fraternidade Jesus Salvador”.
[3] Pe. Gilberto Maria DEFINA. Ordem da Fraternidade Senhor Javé Salvador: Constituições, Regras de Vida e Ordenações de Estudos. São Paulo, 1995, p. 24-28.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Sobre o Louvor de Deus - Pe Gilberto

Fraternidade Jesus Salvador: Louvor de Deus

            Abaixo colocamos como nosso Pai-Fundador, Pe Gilberto Maria Defina, sjs, entendia o carisma da Obra Fraternidade Jesus Salvador.
             

Objetivo da Obra – “Seu objetivo principal primário é o Louvor de Deus, sob todas as suas formas, a litúrgica, em primeiro lugar; e secundário, - como consequência desse louvor -, a santificação pessoal e comunitária, através da consagração ao Espírito Santo, Deus-Amor”[1]

“1. Objetivo principal primário: Louvor de Deus.
O objetivo de uma ação ou de uma pessoa, no caso, de uma pessoa jurídica como é a Fraternidade, pode ser o mesmo que sua finalidade. Aqui, porém, há razão para distingui-los. Pode servir também de meio, tal objetivo desta Obra. Mas também aqui se quer separá-la da finalidade e do meio. A distinção procede da razão essencial da Fraternidade e da Obra do Senhor Jesus: o Louvor de Deus.
- Finalidades, meios e modos empregados em todos os atos e movimento da Fraternidade se resumem como que, essencialmente, no Louvor de Deus.
- Portanto, o objetivo primário é o Louvor de Deus. Seria preciso aos carismáticos, aos irmãos e irmãs salvistas, apor razões e justificativas? Não há sequer um que siga os caminhos da RCC que se lhe precise explicar a essencialidade da mesma Renovação: tudo reside na glória de Deus e para a sua glória Ele tudo criou. No louvor a Deus está implícita toda a Adoração, o Agradecimento e amor que Lhe são devidos como Divindade Uma e Trina. E por meio deste louvor é que nos advêm, pelo seu Espírito, todo o bem e salvação e cura, toda a Graça.

2. O Objetivo secundário: a santificação pessoal e da comunidade.
- ele nos vem, este objetivo secundário, precisamente, através do objetivo primário: do louvor a Deus nos vem a santificação pessoal e a santificação de toda a comunidade na qual se vive e se trabalha.
- O louvor a Deus necessariamente santifica a quem O louva: é um corolário teológico. E quanto maior e mais constante a louvação que alguém Lhe tribute, maiores serão as graças e favores derramados; maior e mais sublime e mais elevada é a santificação dessa pessoa e dessa comunidade.
- Esta santificação procede da nossa consagração à Pessoa Divina do Espírito Santo. Ele opera hoje Ana Santa Igreja, a partir, de modo formal e distinto, do dia do advento de Pentecostes.
- Os renovados pela ação do batismo no Espírito Santo dão-lhe toda adoração, e Dele recebem tudo o que agora são.
- A transformação em nossas vidas, que o Pai e o Filho operam em nós, é-nos dada através do Espírito Santo. E podemos dizer com toda a fé e com toda a segurança teológica que agora, desde o nosso batismo sacramental quando crianças, tudo quanto recebemos do mesmo Pai e do mesmo Filho, só nos advém das operações de seu Espírito santo. Tudo quanto pedimos ao Pai Eterno e a seu Filho Eterno, Jesus Cristo, passa-nos só através do Espírito Santo. A ‘descoberta’ que os da Renovação fizeram, foi justamente colocar em evidência, para toda a Igreja, essa verdade, que estava um tanto esquecida entre os cristãos de ontem e ainda o é de hoje, para muitos;
- Por conseguinte, a Fraternidade Jesus Salvador é a Ele, Espírito Santo, totalmente consagrada. É padroeiro e patrono desta fraternidade. E será cultuado de maneira singular em três ocasiões  do calendário litúrgico: Anunciação do Senhor, Batismo do senhor e Pentecostes. Na Anunciação do Senhor, é Ele que nos gera Jesus  no seio imaculado de Maria; no Batismo do Senhor, é Ele que ‘santifica’ Jesus e O envia a evangelizar o Reino; em Pentecostes, é Ele mesmo que vem a nós como o Enviado (=Apóstolo) de Jesus; vem para santificar a sua Igreja, para preparar a ‘Noiva (= nós) do Cordeiro’, através dos séculos, até à Parusia. O Espírito Santo liga e une e acompanha, passo a passo, toda a existência de Jesus sobre a Terra: desde  a sua geração, passando pela sua vida, através do batismo, e concluindo-a até a Ascensão. Por isso é que ‘Jesus exultou de alegria no Espírito Santo’ (Lc 10, 21), e será sempre, em sua vida, ‘conduzido pelo Espírito’ (Mt 4, 1), até que por esse ‘Espírito que dá testemunho ao nosso espírito de que somos filhos de Deus, nos faça clamar: Abbá = Papai’ (Rm 8, 15-16), e que ‘intercede por nós com gemidos inefáveis. É Aquele que prescruta os corações, sobre o que deseja o Espírito, o qual intercede pelos santos (= cristãos), segundo Deus’ (Rm 8, 26-27).

O Esplendor Litúrgico

- Observe-se o que vai assinalado no objetivo primário: que este Louvor de deus seja dado, principalmente, através de formas litúrgicas da Sagrada Liturgia da Santa Igreja Católica. Haverá lugar adiante, que disso se trate mais longamente. Desde já, porém, deve dizer-se que a Fraternidade empregará e usará de todo o esplendor litúrgico para tal louvor a Deus, no uso apropriado das vestes, objetos, cantos, no desenvolvimento harmonioso do rito e das rubricas, no uso mesmo do Latim e do Canto Gregoriano, quando isto for útil e apropriado para tal louvor a Deus e para edificação dos fiéis”.[2]




[1] Pe. Gilberto Maria DEFINA. Ordem da Fraternidade Senhor Javé Salvador: Constituições, Regras de Vida e Ordenações de Estudos. São Paulo, 1995, p. 3.
[2] Pe. Gilberto Maria DEFINA. Ordem da Fraternidade Senhor Javé Salvador: Constituições, Regras de Vida e Ordenações de Estudos. São Paulo, 1995, p. 16-18.

Crescimento Doutrinal

Fraternidade Jesus Salvador: Crescimento Doutrinal

            Abaixo colocamos como nosso Pai-Fundador, Pe Gilberto Maria Defina, sjs, entendia o crescimento doutrinário dentro Obra Fraternidade Jesus Salvador.
              

Objetivo da Obra – “Seu objetivo principal primário é o Louvor de Deus, sob todas as suas formas, a litúrgica, em primeiro lugar; e secundário, - como consequência desse louvor -, a santificação pessoal e comunitária, através da consagração ao Espírito Santo, Deus-Amor”[1]

“O Crescimento doutrinário
- Em dois sentidos poderá tomar-se tal crescimento:
a) crescimento pessoal e/ou grupal
b) crescimento doutrinário (estudos aprofundados = Seminários)

a) crescimento pessoal e/ou grupal:
- Trata-se aqui daquelas pessoas que participam da RCC em seus grupos de oração e nestes desejam crescer doutrinalmente; (...) Mas Ele (Deus) quer que avancemos nos conhecimento da doutrina para nos tornamos mais aguerridos, mais preparados para transmitir a Palavra Divina, com mais conhecimento e propriedade; primeiro, para si próprio e próprio aproveitamento, e segundo, para passá-la adiante, com toda a pureza e sadia doutrinação aos demais irmãos, aos amigos, ao povo;

b) crescimento doutrinário: Estudos aprofundados.
- Para os que desejam estudos mais aprofundados das verdades da Doutrina Católica (...) Um estudo da Teologia, em sua três grandes partes: Teologia Dogmática, Teologia Moral, Teologia Ascética e Mística. Em outros escritos sobre Teologia Católica, essas divisões acima ditas se revestem de outras terminologias. Fundamentalmente é o mesmo. (...)

SEMINÁRIOS: Seminário Maior, Propedêutico e Menor
- Para se atender o que foi dito sob a letra “b” (= crescimento comunitário), a Fraternidade se prepara para levantar dois ou mais edifício: o Seminário Propedêutico, para estudos supletivos; e o Seminário Maior, onde estudarão os adultos, Filosofia e Teologia. (...) Todo um esquema de programação em calendário, seja na parte concedida aos estudos, seja na parte dos atos espirituais de comunidade e de formação, tudo será pré-determinado para ser cumprido com ordem e regularidade.
(...) precisa-se hoje, urgentemente, de se voltar ao esquema de formação dos antigos seminários, não os copiando servilmente, mas localizando-os em nosso tempo, não fechados por completo, nem abertos em demasia; sempre, porém, no espírito com que foram formados os sacerdotes daqueles tempos.

(...)
- Seminaristas diocesanos e de casas religiosas estudarão junto com leigos e leigas as mesmas disciplinas, e praticarão em conjunto os mesmos atos comunitários. Nisto serão formados todos igualmente. Alguns estudos e atos comunitários poderão ser diferenciados em virtude de especializações.

ARRAIAL DA FRATERNIDADE

- Para tudo quanto se disse acima, e desde o início, esta Fraternidade estará preparada para congregar a todos os irmãos e irmãs salvistas em lugar bem espaçoso, que no traçado da Obra se denomina curiosamente, de “Arraial da Fraternidade”, apropriada para vários eventos, e no caso, para uso da “Comunidade de Aliança Senhor Jesus”.[2]




[1] Pe. Gilberto Maria DEFINA. Ordem da Fraternidade Senhor Javé Salvador: Constituições, Regras de Vida e Ordenações de Estudos. São Paulo, 1995, p. 3.
[2] Pe. Gilberto Maria DEFINA. Ordem da Fraternidade Senhor Javé Salvador: Constituições, Regras de Vida e Ordenações de Estudos. São Paulo, 1995, p. 12-15.

Crescimento Espiritual

Fraternidade Jesus Salvador: Crescimento Espiritual

            Abaixo colocamos como nosso Pai-Fundador, Pe Gilberto Maria Defina, sjs, entendia a inspiração primeira da Obra Fraternidade Jesus Salvador e o crescimento espiritual dentro da Obra.
              

Objetivo da Obra  – “Seu objetivo principal primário é o Louvor de Deus, sob todas as suas formas, a litúrgica, em primeiro lugar; e secundário, - como consequência desse louvor -, a santificação pessoal e comunitária, através da consagração ao Espírito Santo, Deus-Amor”[1]

“O Senhor IHWH que adoramos como Deus e Senhor, quer da Antiga quer da Nova Aliança, deve ser tomado, por esta Fraternidade no sentido do IHWH Encarnado, tornado para nós, o Cristo de Deus, IHWH que veio para nos salvar e viver entre nós, - Deus conosco-, na realidade da nossa própria carne, da nossa humanidade; IHWH, Deus e Homem, não já um Senhor IHWH longínquo, mas um IHWH próximo, junto de nós, feito carne igual a nós, exceto o pecado”.[2]

“O Crescimento espiritual:
- (...) o que significam, propriamente, promover o crescimento espiritual e doutrinário de seus membros, conforme já se pode agora dizer, dos irmãos e das irmãs salvistas, ou de servos (as) salvistas.[3]
- Em nossa Santa Igreja, através dos séculos, e desde os seus primórdios, já na Igreja primitiva, os cristãos gozavam da presença entre eles de grandes mestres e mestras da autêntica espiritualidade cristã. Vejam, no princípio, os Apóstolos e Evangelistas, um Pedro e um Paulo, um Mateus e um João, o discípulo amado, um Barnabé, apóstolo, Marcos e Lucas, Timóteo e Tito, Priscila, homens e mulheres de grande projeção e envergadura dos inícios da evangelização. Vejam Inácio, Policarpo, Justino, Clemente ( o 4º papa, a partir de São Pedro). Vejam depois homens e mulheres, estes nomeados mesmo  na Oração Eucarística I, ou seja, no Cânon Romano, já celebrado nas Santas Missas, desde antes do ano 450 da era cristã. Vejam os santos monges e abades (=pais), cujas fundações de suas Ordens ainda hoje trabalham entre nós. Vejam Antão, Bento (=beneditinos) e Agostinho (=agostinianos). Não vamos nomear os grandes patriarcas d Idade Média: seria lista interminável. E em nosso tempo? Pois bem, todos nos legaram vidas e escolas de espiritualidade, muitíssimas e diferentes, mas todas, aprovadas pelos fiéis de todos os tempos e aprovadas pela Santa Igreja, como meios utilíssimos para se caminhar na promoção pessoal e comunitária daqueles e daquelas que querem algo mais em suas vidas, uma vida de pleno amor e serviço a Deus. Porque, pois um outro caminho, se existem tantos à nossa escolha?
- Em cada tempo e em cada época mudam-se, ao menos em parte, as circunstâncias e as necessidades espirituais, características desses momentos históricos. Há menos de trinta anos atrás não existia na Igreja, o que hoje já nos parece tão antigo, um relacionamento espiritual que deixa de ser simples movimento para torna-se uma renovação na pastoral eclesial, dentro da própria corporação eclesial: a Renovação Carismática Católica, ou outro nome que lhe explique essa realidade; espalhada pelo mundo católico pelo poder do Espírito Santo, e isto em tão pouco espaço de tempo. Os Sagrados Corações de Jesus e de Maria, através de fatos e sinais bem conhecidos e constantemente multiplicados, estão com pressa. Querem salvar, para o Pai o maior número de seus filhos, num mundo que se despedaça pelas forças do Maligno. Não precisamos nos deter neste ponto, nem são necessários aqui maiores esclarecimentos;
- O que se precisa dizer é que há necessidade hoje de novos conhecimentos e de outros apetrechos na área da espiritualidade, a fim de se agir e de se orar com maior propriedade no campo de luta que o Senhor ora nos propõe. E muitos deles, de antemão, os carismáticos já o conhecem. É preciso aperfeiçoamento e constância;
- Haverá toda uma caminhada renovada para se alcançar tal fim; haverá toda uma disciplina diferenciada e uma obediência específica; e deverá haver local e espaço para esgrima e afiar de espadas para a luta, revestidos com a couraça do Espírito; e deverá haver também aulas, dias e horários assinalados para muita exercitação do próprio espírito, alma e corpo, como quer o Apóstolo, para prática da mística e da ascese apropriadas para tanto, através de uma vida plena de entrega a Jesus Cristo; cada alma e coração, dentro de suas capacidades e próprias limitações físicas, psíquicas e espirituais, sempre compreensíveis e bem compreendidas;
 - Há, pois, como otimizar sempre essa espiritualidade carismática, por onde se aprende melhores formas de se orar e de se agir e de se utilizar dos carismas concedidos pelo Espírito de Deus, com o mínimo de possíveis enganos, erros e desvios. Para isso, rogue-se fervorosamente, a fim de que mestres e mestras nos sejam escolhidos e indicados pelo Dedo de Deus, de seu Santo Espírito, que é o ‘Digitus paternae dexterae”.[4]




[1] Pe. Gilberto Maria DEFINA. Ordem da Fraternidade Senhor Javé Salvador: Constituições, Regras de Vida e Ordenações de Estudos. São Paulo, 1995, p. 3.
[2] Ibidem, p. 10.
[3] Salvista como atualmente são denominados.
[4] Pe. Gilberto Maria DEFINA. Ordem da Fraternidade Senhor Javé Salvador: Constituições, Regras de Vida e Ordenações de Estudos. São Paulo, 1995, p. 10-12.

Uma obra carismática: Fraternidade Jesus Salvador

Fraternidade Jesus Salvador: uma obra carismática

            Abaixo colocamos como nosso Pai-Fundador, Pe Gilberto Maria Defina, sjs, entendia a dimensão carismática da Obra Fraternidade Jesus Salvador, em todos os seus ramos.

Objetivo da Obra – “Seu objetivo principal primário é o Louvor de Deus, sob todas as suas formas, a litúrgica, em primeiro lugar; e secundário, - como consequência desse louvor -, a santificação pessoal e comunitária, através da consagração ao Espírito Santo, Deus-Amor”[1]

1.      Porque acredita que os carismas ou dons enunciados nas Escrituras, em especial ICoríntios 12, 13 e 14 e os frutos do Espírito, em especial Gal 5,22-25, podem hoje de novo acontecer nos que invocam e esperam, pelo mesmo Espírito Santo, um novo Pentecostes em suas vidas de cristãos.
2.      Porque acredita e confia mais na ação direta e na união do Espírito, do que na capacidade dos homens e de suas refinadas técnicas.
3.      Porque acredita e confia mais nas inspirações divinas, amando a Palavra de Deus na Bíblia, tendo-a como companheira e nela meditando dia e noite.
4.      Porque obedece, como Cristo obediente até à morte e morte de cruz, na perfeita obediência a Deus Pai, e por isso, na obediência filial à Santa Igreja e à sua Hierarquia.
5.      Porque, obedecendo ao seu Senhor e à sua Igreja, dá testemunho do Evangelho, sem medo nem covardia.
6.      Porque vive os mistérios de Deus e de seu Cristo no Espírito, por meio dos Sacramentos recebidos com freqüência, na participação do Santo Sacrifício da Missa e da confissão pessoal, nas orações, sacrifícios e jejuns freqüentes, nas visitas aos doentes e mais atos de misericórdia cristã, no testemunho pessoal de suas vidas, edificando o povo de Deus, assim repetindo hoje, os cristãos da Igreja Primitiva.
7.      Porque se aplica com assiduidade nas preces e cânticos de louvor a Deus e de suas maravilhas, fazendo-o de alma e de corpo, levantando os braços para Ele, o Criador de todo o nosso ser, não se preocupando com os olhares reprovadores do mundo que os julgam alienados, porque não compreendem de que vinho estão inebriados.


8.      Porque vive nas profundezas do Espírito, da oração contemplativa, sem se preocupar em demasia com o agito que dispersa, no social que não converte, nem proclama Jesus Cristo e seu Evangelho.

9.      Porque prefere tornar-se um místico e um asceta, do que um trabalhador da vinha que não consegue se deter par a escolha da melhor parte.

10.  Porque acredita salvar mais almas par o Céu, através do apostolado da oração, - alma de qualquer apostolado – do que trabalhar confiando mais em suas próprias idéias e próprias forças.




[1] Pe. Gilberto Maria DEFINA. Ordem da Fraternidade Senhor Javé Salvador: Constituições, Regras de Vida e Ordenações de Estudos. São Paulo, 1995, p. 3.

A LIBERDADE E LOUVOR DE DEUS COMO FIM ÚLTIMO DO HOMEM

    INSTITUTO SUPERIOR DE FILOSOFIA E TEOLOGIA SÃO BOAVENTURA     DANIEL RIBEIRO DE ARAÚJO                   ...